Cícero de Sousa questiona notificação do Procon contra o bloco cornofolia

O blog está ouvindo os representantes de blocos que desejam de manifestar a respeito da notificação do PROCON-MA por causa da meia-entrada. O primeiro depoimento é de Cícero de Sousa, do Cornofolia (depois vamos expor também a opinião da senhora representante do TSUNAMI).
Cícero de Sousa questiona notificação do Procon
Cícero de Sousa questiona notificação do Procon
Cícero se disse surpreso com a notificação uma vez que foi ele quem primeiro procurou o PROCON DE CODÓ para saber como proceder em relação a venda da meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e professores.
“Nós recebemos essa notificação com surpresa e espanto. Por que surpresa e espanto? porque o bloco Cornofolia antes de começar a venda dos abadás, nós procuramos o Procon para uma reunião e ele compareceu, nós tivemos uma reunião no sistema FC de Comunicação e perguntamos ao Procon – como nós iremos proceder nessa venda dos abadás da meia-entrada”
“A resposta do PROCON foi a seguinte: Cícero nós não sabemos ainda porque precisamos entrar em contado com São Luís. Esse contato com São Luís vai nos dá subsídio para explicar  ao blocos de Codó como proceder essa questão da venda da meia-entrada”
“E QUANTO EU VOU TER ESSA PORTARIA NOS INFORMANDO? segunda reposta do Procon, na segunda-feira. Portanto,  a gente começou a venda na quinta passada, separamos o lote dos 40% da meia-entrada enquanto o Procon, provocado por nós nos mandava a portaria, a portaria só chegou na segunda-feira já junto com uma notificação”
“Ora, se nós procuramos o PROCON, numa reunião, para nos informar e eles não tinham como nos informar no momento, 3 dias depois nos traz, além da portaria explicando como é que a gente deve proceder, já uma notificação. E o mais agravante, na notificação consta também a questão o Tisunami que nem começou a vender as camisas”, questionou
NECESSIDADE DE CORREÇÃO
Para Cícero é necessário uma correção do ato que começou de forma errada.
“Na minha opinião do Procon de Codó deveria ter entrado em contato com o Procon de São Luís explicando a seguinte questão – o bloco Cornofolia tomou iniciativa muito antes dessa notificação muito antes de vender a camisa e nos procurou para nós explicarmos a ele como vender os abadás (…) e não nos mandar uma notificação como se nós estivéssemos fazendo tudo errado”, disse Cícero

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