Os abraços públicos entre políticos de grupos tidos como, pelo menos antes de uma definição mais rígida, adversários, continuam em alta em Codó. Eles não podem se encontrar que logo se unem em abraços quase coletivos para posar e, claro, não faltam fotógrafos de whatsApp.
Abraços ao léu da esperança
A imagem que se passa é que dali nascerá uma futura união, ledo engano motivado pela real necessidade de alianças fortes e, claro, pela ânsia dos eleitores, sobretudo dos que fazem assessoria dos pré-candidatos, em ver uma definição da angustiante situação.
No olho desse furacão o político mais fotografado, nesta situação, continua sendo o atual prefeito Zito Rolim. Afinal é o voto/apoio mais caro e cobiçado da atualidade, posar ao seu lado por enquanto não rende votos, mas rende chuva de especulações nas redes sociais onde um monte de gente diz o que pensa da forma como se acha mais livre para dizer.
É o novo mundo, mundo este que talvez os políticos da velha guarda, de cuja época poucos ainda restam (Biné e Ricardo talvez sejam os últimos remanescentes) sequer imaginaram.
A política antecipada pelas fotografias em redes sociais e pelos comentários que geram. Mas, como antigamente, claro por outros meios, não passam de fotos e boatos que alimentam nossos egos por um instante, até que outra foto surja trazendo novos encantos e jogando lama no retrato antigo de um política tocada pelos ansiosos.
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